Relembrando as festas em Goa

A festa não acabava na igreja. À saída, trocavam-se as saudações de Bomfest, e não se ia embora sem visitar a feira que se reunia nessa ocasião. Algumas feiras eram muito especializadas, para onde acorria gente de Goa inteira para fazer compras. Uma dessas é a feira da festa de Nossa Senhora dos Milagres, na vila de Mapuçá. É uma feira muito concorrida para compra de mobília, além de muitos outros produtos comestíveis e conservas que servem de provisões para a época das monções que começam no mês seguinte. Mas as feiras mais simples das festas das aldeias sempre tinham as tendas onde se vendiam os doces tradicionais, como kaddiô-boddiô, laddu, khajim, sacrichim baulim, biô, etc. Ninguém voltava para a casa sem um embrulho desses doces. Quem fazia bem os negócios com isso eram os hindus.
A festa continuava em casa. O almoço ou o jantar do dia incluía pratos especiais. Uma festa goesa é inconcebível sem sorpotel, sadnam, e pulau. E tudo isso bem regado pelos adultos com garrafas de feni (aguardente de cajú ou de palmeira). Para brinde usava-se o Porto, mas isso era já um privilégio dos poucos. Os mais pobres tentavam substitui-lo quando pudessem com qualquer vinho branco ou moscatel. Saud korunk (beber à saúde) faz parte das celebrações sociais dos católicos goeses, e cantam-se os vivas invocando as bênçãos das três pessoas da Santíssima Trindade.

Para ver o texto inteiro: http://ciberduvidas.sapo.pt/diversidades.php?rid=361

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