Lusofonia: O futuro não tem pressa!

“Lusofonia” é uma palavra com a qual nos identificamos. Podemos até dizer que somos “mestres em lusofonia”! A língua portuguesa continua, ainda hoje, a ser divulgada muito para além das nossas fronteiras. Foi dada a conhecer pelos nossos primeiros navegadores, cresceu e multiplicou-se e, apesar de já não dominarmos esses países, ela continua a propagar-se através das gerações mais jovens, teimando em não desaparecer.

Porquê a língua portuguesa, tendo sido tantos os colonizadores?

POR UM ESPAÇO LUSÓFONO

           O espaço não tem limites no domínio cultural.

           O País liberta as fronteiras, o homem emite um sinal,

            mantendo o espírito Lusófono do português continental.

            Por Camões e outros mais vivemos o mesmo ideal.

            Ontem como hoje: África, América, Goa, Malaca e Timor,

            vive-se uma identidade cultural de expressão natural.

            Pela forma tradicional mantém-se o mesmo valor.

                                              Lusofonia cultural é a História Universal.

                                              Muitos foram os países, outros tantos os poetas,

                                              a História ganhou raízes, o mundo criou profetas.

                                              Neste universo desigual, a palavra é a promessa…

                                              Crer no “projecto” e na “obra” é a nobre condição:

                                              fraternidade cultural será  a melhor solução.

                                             A espera pode ser longa, o futuro não tem pressa.

Nazaré Cunha

2 pensamentos sobre “Lusofonia: O futuro não tem pressa!

  1. Cara Nazaré
    Já tem aqui quase um Manifesto das suas futuras colaborações poéticas para o nosso blogue! O curso de História tem assim o orgulho de apreciar e promover todas as expressões da cultura, que é a vida vivida no passado, hoje e nos tempos por vir. Tudo é História, e a História é de todos e para todos.

  2. Cara Nazaré, também acredito na fraternidade cultural como um caminho. Mas a Lusofonia parece residir exatamente nesse ponto entre o anacronismo colonial (separatista) e um futuro sonhado. Ou seja, falta racionalizar o presente e planejar o que está por vir. Em termos de Brasil, há projetos práticos sendo realizados, como a transferência de tecnologia para apoio na criação de uma infra educacional. Acho que uma das vias para de fato ajudar os povos e tornar essa lusofonia supranacional positiva é a cooperação nos campos da cultura e da produção de conhecimento, e na criação de novos canais de diálogo. Um forte abraço.

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