Cidadania em comunhão

Ser cidadão, em circunstâncias normais, é ser “gente” em qualquer parte do mundo. O “dever” de responsabilidade é a nossa obrigação. Por questões opcionais, ou logísticas, nem sempre é possível mantermo-nos no país onde nascemos. Ser um “nobre cidadão” é viver em comunhão! Sem esquecer e acarinhar outras raízes.   

UM DEVER DE CIDADÃO 

Cidadania é o “querer” que nos leva a qualquer parte,

é uma história para viver, um futuro cheio de arte.

No berço fica o carinho que tanto nos confortou.

O cidadão, abriu caminho, o país sempre o esperou,

confuso, seguiu sozinho, um mundo estranho encontrou. 

                       Numa sociedade aberta estudou leis e obrigações sociais,

                       a sua mente, desperta, atingiu limites especiais.

                       Á luz da “Constituição” cumpriu uma obrigação:

                       partilhou sem condição, os destinos da “Nação”,

                       não esquecendo a sua Terra que guardou no coração.

Nazaré Cunha  (2008-03-25)

               

5 pensamentos sobre “Cidadania em comunhão

  1. No contexto apresentado “destinos” refere-se a futuro sem política. O cidadão era pacífico, só estava ali para cumprir a sua obrigação e, se possível, adquirir alguma cultura.

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