A *Crítica da razão cínica*(1983) – Peter Sloterdijk

Nascido em Karlsruhe em 1947, Peter Sloterdijk estudou filosofia, germanística e história em Munique e Hamburgo. É considerado um dos mais importantes renovadores do pensamento filosófico da actualidade pelo menos desde a publicação de Kritik der zynischen Vernunft [Crítica da razão cínica], (*) que alcançou sucesso imediato, tornando-se o mais vendido livro de filosofia na Alemanha no último meio século. Notabilizou-se por defender o retorno a um maior rigor filosófico e, em bom iconoclasta, posiciona-se contra os nivelamentos por baixo reinantes na academia e na vida pública.

Além das obras editadas no Brasil — A árvore mágica. O surgimento da psicanálise no ano de 1785, tentativa épica com relação à filosofia da psicologia (Casa Maria Editorial, 1988), Mobilização copernicana e desarmamento ptolomaico (Tempo Brasileiro, 1992), No mesmo barco. Ensaio sobre a hiperpolítica (Estação Liberdade, 1999), Regras para o parque humano. Uma resposta à carta de Heidegger sobre o humanismo. (Estação Liberdade, 2000) —, publicou ainda, de uma extensa lista: Der Denker auf der Bühne – Nietzsches Materialismus [O pensador no palco – O materialismo de Nietzsche], 1986; Weltfremdheit [Desassossego do mundo], 1993; Der starke Grund, zusammen zu sein. Erinnerungen an die Erfindung des Volkes [O grande motivo de estarmos juntos: anotações sobre a descoberta do povo], 1998; Luftbeben: An den Quellen des Terrors, [Aeromotos: Nas fontes do terror], 2002.

Tem-se dedicado nos últimos anos à sua monumental trilogia Sphären [Esferas], onde aborda a relação umbilical do homem com seu meio ambiente, e cujo primeiro volume foi publicado na Alemanha em 1998. Paralelamente, vem estabelecendo uma nova correlação entre os pensamentos a priori quase antagónicos de Nietzsche e Heidegger.

Lecciona na Universidade de Viena e na Escola Superior de Artes Aplicadas de Karlsruhe, cuja reitoria assumiu em 1999. Dirige também o programa Quarteto filosófico na cadeia de televisão estatal alemã ZDF.
http://www.estacaoliberdade.com.br/autores/sloter.htm

(*) Em Portugal apareceu uma crítica da «razão indolente» quase 2 décadas mais tarde! É o eterno atraso e /ou “indolência”. E na bibliografia Peter Sloterdijk nem se quer merece alguma menção! É a forma cínica de garantir a originalidade nacional importada?

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