Camões em Forro

 

Amuêlê sá ua Fôgô cu cá lêdê sê pá abê;

ê sá flida cu cá dá dôlô, magi ê Sá mó fingui- lóló;

ê sua contentamento sê contento,

ê sá dôlô cu cá fé – a tlapaiá sê pá a sêbê.

Versão para Forro de São Tomé de:

Amor é fogo que arde sem se ver;
é ferida que dói e não se sente;
é um contentamento descontente
é dor que desatina sem doer.

Fonte: Pereira, Dulce (2006). O essencial sobre a Língua Portuguesa – Crioulos de base portuguesa. Caminho. Lisboa.

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