Alerta máximo aos chefes que não fazem falta!

 

Em Nairobi, Quénia, depois de um criterioso processo de recrutamento com entrevistas, testes e dinâmicas de grupo, uma grande empresa multinacional contratou um grupo de canibais para fazerem parte da sua equipa.

‘Agora fazem parte de uma grande equipa’ – disse o Director de RH durante a cerimónia de boas vindas.

‘Vocês vão desfrutar de todos os benefícios da empresa. Por exemplo, podem ir à cantina da empresa quando quiserem para comer alguma coisa. Só peço que não comam os outros empregados, por favor!’

Quatro semanas mais tarde, o chefe chamou-os: ‘Vocês estão a trabalhar muito bem e  estou satisfeito. Mas desapareceu a mulher que serve o café. Algum de vocês sabe o que pode ter acontecido?’

Todos os canibais negaram com a cabeça. Depois do chefe ir embora, o líder canibal pergunta-lhes: ‘Quem foi o idiota que comeu a mulher que servia o café?’ Um deles, timidamente, ergueu a mão.

O líder respondeu:
‘Mas tu és mesmo uma besta! Nós estamos aqui, com esta tremenda Oportunidade nas mãos. Já comemos 3 directores, 2 subdirectores, 5 assessores, 2 coordenadores, e uns 3 administradores, durante estas quatro semanas sem ninguém perceber nada. E poderíamos continuar ainda por um bom tempo. Mas não… Tu tinhas de estragar tudo e comer uma pessoa que faz falta!’

Pedro Ferreira de Carvalho 

 P.S.  Esta sigla não tem nada a ver com o meu partido!  O partido não está em crise. É o outro com mais uma letra na sigla! Estou  é desmotivado porque quase nada do meu humor consegue entrar neste blogue. Só vi a minha avaliação dos professores recebida com muito entusiasmo.  As Folhas de História completam hoje 2 meses, e da forma como cresce com  milhares de visitas parece um bebé apetecido! Queria por isso alertar o coordenador contra o perigo dos canibais! E certamente que vai levar o meu aviso a sério e publicá-lo no blogue!

Um pensamento sobre “Alerta máximo aos chefes que não fazem falta!

  1. Escrevia Frei Rodrigo de Serpa, comissário da ordem franciscana em Goa em 8 de Novembro de 1532: “A India (portuguesa) tem esta propriedade: ainda que o Senhor Deus descendesse dos céus e andasse entre nós, como andava entre os Apóstolos, não os contentaria, porque na Índia não há contentamento nenhum, e este descontentamento, que cá as pessoas têm, todos nascem de desejos de mandar. Não há tanto que dar para todos mandarem, não haverá quem faça.” (A. da Silva Rego, Documentação para a História das Missões do Padroado Português do Oriente — India, II, Lisboa, 1991, p. 215.

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