Provavelmente, Deus não é africano

Na “era dos impérios”, no final do século XIX, as potências europeias conquistaram e submeteram – em poucos anos – todo o continente africano, com excepção da Etiópia. Agora, neste início do século XXI, tudo indica que a África será – pela terceira vez – o espaço privilegiado da competição imperialista que está recém começando. A menos que exista um outro Deus, que seja africano. A análise é de José Luís Fiori.

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Pode servir de reflexão em vésperas do II Congresso da África Lusófona que se vai realizar na ULHT, Campo Grande em 28-29 de Maio de 2008 com os participantes e programa anunciados no cartaz de publicidade.


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