A História garante o direito do cidadão à Memória

“A História garante o direito do cidadão à memória”, refere o Professor Doutor Teotónio R. de Souza, em entrevista ao SEMANÁRIO, falando ainda sobre as características do curso de História leccionado na Universidade Lusófona, de que é director, bem como das valências existentes para estudantes maiores de 23 anos.”

Qual o futuro da História?
É o mesmo que perguntar se temos futuro sem rumo? Claro que não. Rumo a partir de quê? Por que é que chegamos a um ponto onde sentimos a necessidade de mudar o rumo? Não é possível mudar nada sem um conhecimento crítico do nosso passado. É o que chamamos História! Quando se questiona o futuro da História, estamos geralmente a confundir a capacidade e competência de reconstruir criticamente o passado com um saudosismo estéril. Este é que não tem futuro. A formação em História deve ser obrigatória a todos os cidadãos ao nível da educação secundária, e felizmente isto acontece. É aconselhável que seja também uma formação ao nível superior, não somente para formar professores que sejam necessários, mas para formar os formadores da opinião pública (opinion makers) como garantes do direito à memória. Seria desastroso confiar este direito às manipulações dos políticos.

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