Um grande cientista com uma grande fé – Pasteur (1822-1895)

Louis Pasteur foi um génio no laboratório, onde ele descobriu com um microscópio que germes perigosos invadem o nosso corpo. O seu nome se encontra em caixas e latas de leite: “pasteurized” (pasteurisado).

Este cientista tinha fé em Deus. É erróneo afirmar que os cientistas não crêem em Deus, que a Ciência e a Religião não se encontram, ou se contradizem. A Ciência não se acha em antípodas com a Religião.

Louis Pasteur treinou-se em química, física, microbiologia e cristalografia. Ele é conhecido como “o pai de bacteriologia”. Ele chamou a atenção para a diferença entre a cristalização orgânica e inorgânica. Nós evitamos beber água canalisada, ou leite sem aquecer, porque a ebulição destrói os germes e micróbios. Este processo se chama “pasteurização”, método que leva seu nome. Ele também inventou vacinas contra estes germes e vírus, contra a raiva e diftéria. Descobriu o princípio de inocular com a forma fraca da doença contra a doença (o princípio de imunização, de vacina).

Pasteur combateu a teoria de “geração espontânea” (abiogênese) com o seu estudo do fenómeno de putrefacção. Vida pode só vir da vida (“Omne vivum ex ovo”). Evolução não pode proceder da geração espontânea. Ele salvou destarte crianças e animais de doenças e de morte epidémica.

Nasceu em 27 de dezembro de 1822 em Dôle, na região de Jura, na França, cresceu na cidade de Arbois, e faleceu em 28 de setembro de 1895 em Villeneuve-L’Étang. Foi químico e microbiologista francês. Ele confirmou com experiências a teoria germinal das doenças infecciosas. Ele inventou vacinas contra a raiva e antrax. Foi fundador de bacteriologia. Ele foi Deão da Faculdade de Ciências na Universidade de Lille, na França. Ele foi um devoto cristão. Ele não achou nenhum conflicto entre a Ciência e o Cristianismo. Ele revelou a sua fé em Deus, nunca se envergonhou de dar testemunho. Com suas descobertas admiráveis ele se tornou mais humilde. Estudar a criação de Deus requer humildade. Quanto mais ele soube da ciência, tanto mais se fortaleceu a sua fé em Deus, Criador da Vida. Ele foi um dos maiores cientistas da história. Grande cientista, com grande fé em Deus. Ele observava que “um pouco de ciência distancia de Deus, mas muita ciência aproxima a Deus”. Ele sofreu muitos dissabores em vida, incluindo a morte de três crianças entre cinco, de poliomielite, mas estes senões fortaleceram a sua fé e a sua determinação para curar. Ele glorificou Deus com o seu trabalho, afirmando que “quanto mais eu estudo a natureza, tanto mais estou admirando a obra do Criador”. Lia os Evangelhos e se esforçou por “curar os doentes”. Decerto, admiramos todos os génios da humanidade.

Dr.Ivo da C.e Sousa

 

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