A pedagogia fascista ainda sobrevive…?

Há anos, desde pequeno, que vivo fora de Portugal. De maneira que, sempre que passo algum tempo em Lisboa, procuro estar com muita atenção a tudo o que acontece por estas terras. Sem querer, a gente compara, mede, pesa… e analisa! Gosto de fazer sociologia do quotidiano, observando o dia-a-dia, o que acontece nas ruas e com as pessoas. Gosto também de ver as montras das livrarias, mas reconheço que o faço ultimamente cada vez mais por cima. Mas, das últimas vezes, chamou-me muito a atenção ver à venda uns livros de leitura da primeira, segunda, terceira e quarta classes… “de antes”! Ou seja, mesmo do tempo da dita-dura salazarista!
Interroguei-me então porque é que estes livros ainda se vendiam e continuavam a ser mostrados em montras. Supostamente, a dita-dura passou (?). O próprio livreiro disse-me, todo contente, que estavam a vender-se bastante… Como quem diz: “Aquilo é que eram livros de escola!”
Ao princípio, não os comprei. Mas, aos poucos, foi-me entrando o “bichinho” da curiosidade, aquele “bichinho” que levava a recordar aqueles tempos de ensino de criança.

Para mais cole o seguinte link ao seu browser:

http://es.geocities.com/ruimgn/Articulos_sociales/APEDAGOGIAFASCISTA.htm

Rui Manuel Grácio das Neves

Um pensamento sobre “A pedagogia fascista ainda sobrevive…?

  1. O Mártir da Liberdade
    Óscar Arnulfo Romero Galdámez , conhecido como Monsenhor Romero, nasceu em 15 de agosto de 1917 e foi morto em 24 de março de 1980. Foi um sacerdote católico salvadorenho, quarto arcebispo metropoliano de San Salvador (1977-1980). Como Mahatma Gandhi e Martin Luther King, o Arcebispo Óscar Romero foi defensor de direitos humanos. Ele denunciava, em suas homilias dominicais, as numerosas violações de direitos humanos em El Salvador e manifestou pùblicamente sua solidaridade com as vítimas da violência política, no contexto da Guerra Civil de El Salvador. Naturalmente, ele defendia a “opção preferencial pelos pobres”. Na homilia de 11 de novembro de 1977, Monsenhor Romero afirmou: “A missão da Igreja é identificar-se com os pobres. Assim a Igreja encontra sua salvação.” Ele foi assassinado por um atirador de élite do exército salvadorenho, enquanto celebrava a Eucaristia. Sua morte provocou uma onda de protestos em todo o mundo e pressões internacionais por reformas, em El Salvador. Foi declarado servo de Deus pelo Sumo Pontífice João. Admirei sempre este defensor de direitos humanos. Acho que precisamos em Portugal e na Índia homens desta envergadura…
    Dr.Ivo da C.e Sousa

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