Desenvolvimento, violência, aparições

A industrilaização / modernização foi sempre um processo que provocou a marginalização de algumas secções da população nacional (e de inteiras regiões na actual fase de globalização). Devem ser compreendidas nesse contexto as aparições e visões que se multiplicaram em tempos modernos! A nossa Fátima não é uma excepção. Os povos marginalizados só tem a sua fé tradicional para os sustentar na sua miséria e ameaça de extermínio! Se não fosse assim, muitos teriam já morrido antes de descobrirem alguma solução para a sua vida. O regresso do fenómeno religioso de que tanto se ouve falar tem tudo a ver com esse tipo de desenvolvimento e modernidade.

Podem ler aqui um caso recente desse tipo de violência na Índia. Não faltam paralelos em Portugal, e o caso indiano pode servir para indentificá-los e analisá-los. São necessárias competências e mais do que isso, a coragem da convicção! Fala-se muito que hoje em dia as Universidades portuguesas seguem o espírito de Bolonha e estão orientadas para produção de conhecimento e  transmissão de competências. Será que também transmitem coragem da convicção? Ou mantém-se fiéis a tradição herdada do Estado Novo, ou seja de impôr autoridade por intimidação?

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