O Poder e a mente

 

Perante tanta filosofia, a minha ignorância ergue-se!…

A mente humana é perspicaz, por isso, o presente não nos satisfaz.

Procuram-se luzes, o homem movimenta-se num espaço que não enxerga.

Tal como no passado, inventam-se guerras, ignorando tradições.

Por outro lado, sociedades incrédulas cochicham opiniões.

Num desejo de Poder, destrói-se o mundo sempre em mudanças!…

Mata-se o ócio com falsas esperanças.

O Homem e os seus direitos estão em crise:

Sem incentivos, o cidadão ignora o enredo em que vive.

O Liberalismo estabeleceu a igualdade entre os povos!…

Não nos podemos resignar, porque os conceitos já não são novos.

A descriminação e o medo aumentam por todo o lado;

É o reverso da História num Direito proclamado.

A resposta não está nas ideias mais conceituadas:

Civilizações antigas filosofaram sobre situações apropriadas.

É preciso combater a ganância dos poderes materiais

e afastar a arrogância, porque somos todos iguais.

O Imperialismo decreta novas formas de intervir.

Assim, a escravidão não deixará de existir.

O Poder de forma impassível e discreta

refugia-se na revelação, sua atitude predilecta.

Se isto é evolução, o que é uma sociedade liberal?

Pelo Direito, estabeleça-se um pacto original.

 

Nazaré Cunha (12-10-2008)

 

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