Protestos de professores ou birras de meninos mimados?

O blogue Portugal Contemporâneo apresenta uma leitura que sai da linha do normal na leitura que faz do mega-protesto dos professores ontem, e do anúncio de guerra sem tréguas ao ministério da Educação. O bloguista desafia os professores a deixarem de se portar como meninos mimados, e procurarem outros empregos! As declarações da ministra que acusou os professores de jogos, chantagem, intimidação, também parece pertencer ao governo de meninos mimados!  Entre os clubes que já temos em Portugal, e sem dinheiros para pagar os jogadores a tempo, vamos agora encontrar dois novos concorrentes que prometem uma temporada quente de campeonato que poderá acabar por ser desastroso para ambos e para o país. Só nos faltava mais esta para o complemento da crise financeira que se vai agravando. Se todos os professores forem para casa, milhares de jovens alunos vão ter mais tempo para divertirem-se com o Magalhães! Depois de médicos do leste, vamos ter que importar os professores do leste e da vizinha Espanha. A brincadeira vai ser caríssima ao governo nas eleições. Só a voz sábia de um Alegre e alguns outros menos alegres com a situação não vai conciliar os animos. Será que o engenheiro Sócrates está disposto a perder votos dos 120,000 professores e seus familiares, amigos, simpatizantes? Nem o Magalhães poderá valer-lhe com cálculos diferentes.

Ninguém com bom senso descordará da necessidade de avaliação contínua dos professores, mas se este processo resulta em desgaste dos professores com reuniões burocráticas em vez de cumprirem as suas obrigações educativas, se o processo implica avaliar os professores por colegas candidatos aos mesmos concursos, se o processo pretende coagir os professores a  tornarem-se “baby-sitters”, ajudando desta forma a reduzir o número dos auxiliares e poupar dinheiros ao estado, se o processo é um instrumento político para controlar os professores através dos centros regionais infiltrados pelos militantes do PS, todo os país estará com os professores para avaliar a utilidade do PS continuar no poder. Saberemos em breve se Sócrates, com o orgulho declarado de cumprir inflexivelmente a sua política, considera-se igual a Julio César quando este atravessou o Rubicão desafiando o Senado romano e deixando para a história a sua famosa sentença:  Alea jacta est ! Os dados estão lançados.

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